terça-feira, 17 de maio de 2011

O ser humano e seus embrulinhos

"Aí, o ser humano, tão bonitinho que é com seus embrulhinhos, com suas sacolinhas! Passa na fármacia, passa na padaria. Qual será enredo? O que carrega, alguma  homossexualidade, alguma amante, algum segredo? Vai saber. Às vezes a pessoa passa a vida no ármario com seu verdadeiro eu. Escodidos, porém separados, a viver um caso de amor impossível consigo mesmo." 

(Lucinda, Elisa.  Parem de falar mal da rotina, pg 26)

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