sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Ego(ísmo).

A gente quando gosta de alguém tem uma espécie de egoísmo: nossa vida pode continuar mas a da pessoa não... Se descobrimos que fulano está namorando e beltrana casou, a gente fica bravo, despeitado, num sentimento de posse confuso, como se os outros deveriam ficar congelados no passado como nós os deixamos.

4 comentários:

Raffael Padilha de Oliveira disse...

Então, eu me sinto um egoísta às avessas, meus relacionamentos acabam, eu sigo minha vida e ao mesmo tempo fico preso às minhas escolhas, achando que posso não estar sendo justo com a pessoa da relação anterior, como é agora, onde eu gosto, ainda. Enfim! Desencaana!!

Fabio Rocha disse...

É verdade. :)

Pablo disse...

Acredito que esse sentimento de egoísmo só rola quando a gente ainda gosta da pessoa. Um monte de pessoas passa por nossas vidas, umas marcam mais outras menos. Depende da relação. No campo amoroso... rs...Elas marcam bem!
Um exemplo que me ocorreu agora pra ilustrar que esse sentimento todos tem em maior ou menor grau:

Repare a quantidade de musicas "dor de cotovelo" que existem!
Dos mais variados gêneros! Do rock á ópera, do brega á MPB.

Do machão até a mais delicada flor, em algum momento se identificam, mesmo que secretamente, com a ‘cornisse’ cantada e até cantarolam ou assoviam em final gesto desesperado de amoroso! Na esperança de alívio ao um pobre coração em frangalhos.

Sinceramente, eu não abro mão dos amores que trago no peito! Uns ainda sangram como se tivessem acontecido no inicio do parágrafo, mesmo tendo se passado anos. Outros eu guardo, para no final desta linha, acabar sorrindo!

*mas quando vi que ela ficou noiva...

.: Mrs. Dalloway :. disse...

É preciso sempre de um bom desfecho... Precisamos sempre deixar que o outro se vá... e que peguemos nossas partes de volta...