sábado, 30 de agosto de 2008

O amor romântico tem os tem os dias contados. Será?



"Não existe a alma gémea.

Pensar que vamos descobrir a alma gêmea, casar e encontrar a felicidade é uma coisa de outro tempo. O mundo mudou, o amor vai ter de mudar. Uma tendência será vivermos sozinhos.


Palavras de Flávio Gikovate, Psiquiatra de formção e psicoterapeuta que já ouviu mais de 8 mil pacientes.

As características do amor romântico


São segundo Flávio Gikovate o ciúme, a opressão e o sufoco. E realmente esses atributos nada têm a ver com o individualismo. O amor tradicional é imaturo e desgastante. O amor como remédio não funciona. Este amor vai ser substituído por outra qualidade de relação.
Por isso muitos relacionamentos começados com almas gêmeas terminam ou caem em monotonia propícia à indefelidade."


Pois Flávio, eu
Não concordo...

O amor romântico pode existir sim. Depende do que seja romantismo para você.

Acredito que antigamente, na maioria dos casamentos, a mulher se substimava ao homem devido ao mundo machista em que vivíamos. Hoje a mulher pensa em si, em se educar, qualificar e profissionalizar. Não para humilhar, medir forças ou apenas para não ser dependente financeiramente do homem. Mas sim, para sentir-se, ser vista e respeitada, como (acima de tudo) um ser humano, que deseja ter uma vida, independente se casar ou não.

Com relação a ter filhos mais tarde ou optar por não tê-los, acredito que seja uma decisão sábia e madura, se estas decisões se embasarem (levarem em conta) a situação emocional e financeira. Nos dias de hoje quem não se programa para ter um filho, é na minha opinião, egoísta e inconseqüente, salvo os casos de estupro com gravidez posterior, ou quando os métodos contraceptivos usados falham.

O amor pode sofrer desgaste com a rotina, falta de tempo, desatenção, ausência de carinho e de pouca grana. Mas isso acontece porque nós deixemos que aconteça. O segredo do amor romântico sempre foi a vontade de se estar junto e demonstrar diariamente através de palavras e gestos o sentimento. Assim o amor fortalece e (dificilmente) se acaba.

Nenhum comentário: